13 de mai de 2016

Discipulado

Precisamos de um discipulado centrado no evangelho. O discipulado centrado no evangelho não está ligado ao nosso desempenho, mas a quem somos, pessoas imperfeitas, unidas a um Cristo perfeito, sendo aperfeiçoadas pelo Espírito. Quando o evangelho ocupa o centro do discipulado, conseguimos viver de acordo com a vontade de Jesus, com fé nele para produzir a imagem nele.

Fazer discípulos requer não apenas “compartilhar nossa fé”, mas também compartilhar vida: falhas e sucessos, desobediência e obediência. Nesse tipo de discípulo, Jesus está no centro, e a igreja se reúne em torno dele. Damos o evangelho de Jesus uns aos outros e o recebemos uns dos outros para sermos perdoados e formados.
Jhonata Dodson

25 de nov de 2015

5 sinais que evidenciam se sua igreja está morrendo

Por Renato Vargens

Igrejas morrem! Eu por exemplo já vi algumas que tiveram um passado pungente e que com o avançar do tempo, perderam o vigor experimentando a morte. 

Pois é, talvez você esteja pensando com seus botões, o que leva uma igreja outrora vibrante, definhar e morrer? Quais são os reais motivos que levam uma igreja local ao desaparecimento? 

Ora, claro que entendo que os motivos são muitos, e que seria simplismo de minha parte afirmar a existência de somente alguns, entretanto, dentre tantos equívocos e erros, gostaria de elencar pelo menos cinco, os quais considero fundamentais a destruição de uma igreja:

1-) O abandono da oração

Uma igreja que não ora, que não possui reuniões de oração, nem fervor espiritual, está fadada a morte.

2-) A relativização das Escrituras

Uma igreja que relativiza a Bíblia e que não a considera a inequívoca Palavra de Deus é uma igreja que paulatinamente está cavando a sua própria sepultura. Quando a Bíblia, não possui centralidade nos cultos, a Igreja caminha a largos passos em direção a morte.

3-) Quando o pastor abandona a exposição das  Escrituras 

Quando o pastor deixa de pregar a Palavra de Deus preferindo pregar técnicas de auto-ajuda, teologias espúrias e um falso evangelho centrado no homem, a igreja um ingere veneno mortal  que vagarosamente destrói a igreja. 

4-)  Quando abandona a sã doutrina 

Quando uma igreja prefere falsos ensinos em detrimento a verdade, acolhendo instruções de falsos mestres, abandonando a verdade, ela semeia em suas estruturas espirituais, morte.

5-) Quando relativiza o pecado

O pecado é a enxada que cava as nossas sepulturas. Uma igreja que relativiza o pecado, banalizando seus efeitos, fatalmente morrerá.

Caro leitor, no livro do Apocalipse somos advertidos pelo Senhor a nos arrependermos de nossos equívocos, erros e pecados pelo fato inquestionável de que igrejas morrem. As chamadas "dead churches" são uma triste constatação de que igrejas que abandonam ao Senhor, perecem. 

Isto posto, se esses "sinais" se fazem presente em sua igreja, esteja atento, poque possivelmente, caso não haja arrependimento ela morrerá.

Que Deus tenha misericórdia de nós.

Renato Vargens

31 de ago de 2015

MOBILIZAÇÃO MISSIONÁRIA

Do tripé normalmente exposto nos eventos temáticos de missões (“contribuir, orar e ir”), em geral só se desenvolve mais efetivamente o primeiro, e ainda assim em patamares muito abaixo do que as igrejas poderiam fazer. Um levantamento feito Missão Horizontes apontou que o investimento médio per capita do crente brasileiro em missões durante um ano inteiro é menor do que o preço de uma latinha de Coca-Cola – algo em torno de irrisórios R$ 2,50. Para o missionário e pastor batista Ricardo Magalhães, que atua em Portugal a serviço da Missão Cristã Europeia ao lado da mulher e também obreira Priscila, a escassez de investimento no setor missionário está mais atrelada à falta de visão do que de recursos. “De maneira geral, a Igreja brasileira não tem problemas com finanças, porque ela sabe se mexer para gerar fundos quando quer e para o que quer. E isso, quando se sabe que não há falta de pessoas querendo ir aos campos: inúmeros missionários só aguardam recursos para ir”, completa. Assim, o aspecto da oração, sem a visibilidade e sem o apelo de outros ministérios da igreja, fica naturalmente reduzido a pequenos grupos.
De olho na mobilização da igreja para orar, uma das ações das diversas organizações missionárias é publicar sempre em seus boletins os motivos de intercessão nos campos, pelos missionários e pelos desafios a serem superados. A JMM já utiliza até mesmo mensagens de SMS para pessoas cadastradas, que recebem torpedos com pedidos urgentes de intercessão. Já o terceiro passo, o de ir, é o maior desafio. Seja para pequenas viagens missionárias ou para partir definitivamente rumo ao campo, entre o desejo, o chamado, a preparação e a missão há de fato uma longa trajetória geralmente não concluída. Não são poucos os casos de vocações que se esfriam até mesmo dentro dos seminários, ou de leigos envolvidos com a obra serem sufocados com o ativismo religioso. É gente bem intencionada que acaba direcionando seu tempo, recursos e esforços mais para dentro do que para fora da igreja.
“As comunidades evangélicas têm caído em um dos dois extremos: ou elas se fecham a um diálogo com a sociedade ou se abrem excessivamente para uma vontade popular, abraçando um discurso econômico de prosperidade”, sustenta o missionário Alesson Góis, da Igreja Congregacional, que coordena o ministério independente Vidas em Restauração (VER). “O mundo não precisa de um cristianismo pregado, mas vivido. Todo cristão que não é um missionário é um impostor, pois é muito egoísta receber toda a graça e amor de Deus e não compartilhá-los com o próximo”. Envolvendo cerca de 60 jovens de diversas denominações, entre batistas, presbiterianos, congregacionais e membros de igrejas diversas como a Assembleia de Deus e a Sara Nossa Terra, o ministério se encontra todos os sábados no Parque Treze de Maio, no centro do Recife. Os jovens se reúnem como uma roda de conversa, mas sem se caracterizar como uma liturgia ou como uma extensão da igreja institucional. “Muita gente se surpreende pelo fato de sermos cristãos e conversarmos com eles sem forçar a barra para que se convertam”. Rafael Dantas, Revista Cristianismo hoje.

Os fundamentos da evangelização